sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Angústia de mãe

Queridas e queridos leitores,
quero hoje, manifestar a minha angústia quanto à situação de ausência de uma mãe (esta que vos escreve) da maior parte do tempo do filho.
Saio de casa bem cedo e levo o meu pequeno à escola. Tem apenas 4 anos e já há mais de dois anos e meio tem essa rotina: passa o dia todo terceirizado numa escola privada.
Quanto sofro em deixá-lo, muitas vezes às lágrimas, virar as costas e ir ao trabalho!
Imagino quantas mães sofrem a mesma angústia diariamente.
Antônio mamando aos 2 anos.


O meu objetivo neste blog é opinar. E, por isto, provoco essa análise aos leitores e leitoras que me leem. Até que ponto estamos coerentes com nossos anseios para arcar com as consequências de nossas ações quanto à criação de nossos filhos? Como estamos nos portando frente às necessidades de nossos mais amados e os representando junto às instituições que os recebem? 
Meu menino odeia monstros, por exemplo, e em sua escola há o dia das bruxas. Fica tremendo à noite apesar de eu não o fantasiá-lo ou permitir que ele frequente o evento.
Mas, sofre durante a semana anterior ao evento por não planejar qual monstro será e sofre depois mais uma semana por não ter sido monstro algum na festa das tais bruxas.
É um exemplo de que mesmo com a escola privada com os valores não muito acessíveis não há muito o que optar enquanto "clientes". A rotina não se adequará às personalidades porque é pago. O que a maioria engole é que é o trivial e a "vida segue". "Os incomodados que se retirem" reza a máxima.




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